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Armadilhas ajudam a mapear infestação do Aedes aegypti

As armadilhas conhecidas como ovitrampas são instaladas em pontos estratégicos para atrair fêmeas do mosquito e permitir o monitoramento preciso da infestaç...

Armadilhas ajudam a mapear infestação do Aedes aegypti
Armadilhas ajudam a mapear infestação do Aedes aegypti (Foto: Reprodução)

As armadilhas conhecidas como ovitrampas são instaladas em pontos estratégicos para atrair fêmeas do mosquito e permitir o monitoramento preciso da infestação Prefeitura de Tupã/Divulgação A Secretaria de Saúde de Tupã iniciou nesta segunda-feira (02) a instalação de armadilhas para o monitoramento da presença do mosquito Aedes aegypti no município. Conhecidos como ovitrampas, os dispositivos atraem as fêmeas do inseto e permitem a contagem precisa dos ovos depositados, com o uso de microscópio. Ao todo, 80 armadilhas serão distribuídas em pontos estratégicos da cidade. De acordo com o subsecretário de Endemias, Marco Antônio de Barros, a iniciativa possibilita o mapeamento detalhado das áreas com maior e menor índice de infestação, contribuindo para a definição de ações de controle mais eficazes. “As ovitrampas nos são dados detalhados e precisos sobre onde há maior presença do inseto. De posse dessas informações, é possível planejar ações de maneira pontual, concentrando os trabalhos onde eles são mais necessários. Isso traz mais efetividade”, informou o subsecretário. Após a instalação, as armadilhas passam por monitoramento semanal. A periodicidade permite que a contagem dos ovos seja realizada antes da eclosão, evitando a proliferação do mosquito e auxiliando no controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Através da contagem de ovos com uso de microscopia, a Secretaria de Saúde consegue identificar áreas críticas e direcionar as ações de combate de forma mais eficaz Prefeitura de Tupã/Divulgação Queda acentuada O trabalho realizado pela Prefeitura ao longo do ano vem apresentando resultados consideráveis. Em janeiro de 2026, Tupã registrou quatro casos de dengue e apenas três de chikungunya. Este total contrasta drasticamente com o registrado no mesmo período do ano passado, quando a cidade contabilizou 474 casos de dengue e 1341de chikungunya. “Ao longo de todo ano, o combate às arboviroses foi prioritário. Ações foram desencadeadas em todo o perímetro urbano, incluindo os distritos. Foi necessário adotar medidas drásticas, mas que agora se mostraram acertadas”, recordou o subsecretário de Endemias. O uso de novas tecnologias e o monitoramento constante contribuíram para a queda drástica nos casos de dengue e chikungunya em relação ao ano anterior Prefeitura de Tupã/Divulgação